Estou feliz

Instalaram hoje a net de uma empresa, cujo nome não divulgo porque não me pagaram para isso, que não da kanguru e estou feliz. Feliz com a velocidade do sacan-navegação. É muito boa sim senhora, melhor do que isto só a net de casa dos progenitores que saca um filme em 15 minutos. 
É tão boa que em vez de ir buscar um álbum de músicas ao disco externo, prefiro tornar a saca-adquiri-lo pela net.
Afinal contento-me facilmente.

The ugly truth

É verdade é que tenho que encarar os factos e assumir aquilo que sou. Sou schadenfreude. Já aqui acreditava que o era, mas entrei em negação.
Agora é altura de assumir que sou mesmo má como as cobras e fico contente com a infelicidade e cabelo oleoso alheios.
Olá, sou a Biatchona, sou schadenfreude e mereço 30 chibatadas no lombo.

What the fuck ? II

Ou sou muito limitada e seca de criatividade, ou sou como um soco e não percebo nada de nada ou então tenho juizinho na cabecita e algum discernimentozinho para questionar algumas atribuições de adjectivos e categorizações.
Então vai um gajo, neste caso o Gabriel Orozco (que, devo acrescentar, tem trabalhos fantásticos), e cola tampas de iogurte numa parede e diz que é arte? Pior, especialistas dizem que é arte. Ok, sim senhora, a arte é subjectiva, está nos olhos e no coração de quem a percepciona, mas tampas de iogurte? É que se fossem pintadas, conjugadas numa outra forma, agora uma tampa por parede, francamente. Vou colar o cotão e os cabelos que acumulo debaixo da cama a uma tela, sarapinto de cor de rosa e voilá, uma peça de arte personalizada e com DNA alheio.
 


Reality Check

Foi o que tive ontem. A realidade veio e deu-me um estaladão na cara, do género toma lá que é para acordares para a vida e te pores fina que nem um pêro.
Lição aprendida.
Mas bati um bocadinho mal.
Banda sonora do evento:

Diz que a vida dura 2 dias e o carnaval são 3.

Lá se foi o carnaval. Tanta coisa para se ir num instante. Claro que me diverti, lá usei o sinal falso e pintei os lábio de vermelho.
Adoro ver o pessoal disfarçado de eles próprios. Sim, porque há muito boa gente que aproveita a folia carnavalesca para largar a máscara permanente, recolher os filtros e ser quem é.
E depois há aquele pessoal assustador que uma pessoa pensa que está disfarçado e é mesmo assim, tipo betos e cromos sociopatas (vi um que tinha um olhar mortiço e uma faca na mão. medo.).

Quero. E é já.

Se faxavor.

Sometimes i suck.

E sou fraca. E parece que retrocedo anos.
 

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